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quarta-feira, 4 de julho de 2012

Eleições francesas: “vitória pudim”, futuro ameaçador

A vitória inconsistente do socialismo soou como o início de uma corrida louca das esquerdas para caotizar a Europa e só foi possível graças ao “Sarkocídio”.
Marcelo Dufaur
No dia 6 de abril último, François Hollande, candidato presidencial do Partido Socialista Francês (PS), compareceu diante da multidão que comemorava sua vitória na histórica Praça da Bastilha. Contudo, a conhecida revista alemã “Der Spiegel”1 comentou que, diante daquela praça cheia, o vencedor sentiu um calafrio e um desabamento psicológico.
O normal seria que estivessem ali os continuadores dos sanguinários sans-culotte que incendiaram a França do Ancien Régime, guilhotinaram o rei Luis XVI e fecharam as igrejas — os verdadeiros socialistas inimigos da desigualdade — da família e da propriedade. Mas não foi assim. Quais eram as bandeiras que a multidão agitava? As de países islâmicos, de movimentos homossexuais, da União Europeia, do Partido Comunista Francês, uma ou outra bandeira nacional, e poucas, muito poucas, do próprio PS (fotos abaixo). A escassa visibilidade destas últimas talvez se deva ao fato de a campanha socialista ter trocado sua histórica cor vermelha por um branco pálido, ou a mistura de branco com azul-bebê.
Durante sua campanha, Hollande quis assemelhar-se a seu predecessor socialista François Mitterrand: assumiu seus gestos e poses, tentou imitar sua voz. Mas naquele momento a coragem lhe faltou.
“Vitória pudim”

Apelidado por alguns de Flanby  — em alusão a um pudim industrial da Nestlé, de fraca consistência e pouco sabor  —, Hollande presidiu à comemoração de uma “vitória pudim”, tão consistente quanto a imagem que ele tentou passar de si para obter a benevolência do eleitorado.
“Monsieur Normal” — outro apelativo que lhe foi dado — tem experiência política suficiente para medir a falta de conteúdo de sua vitória. Ele não venceu porque suas ideias, propostas ou preferências conquistaram os franceses; a causa de sua vitória foi uma só: aquilo que um jornalista chileno sintetizou numa palavra: Sarkocídio!2
O Partido Socialista não só não progrediu numericamente, mas diluiu seu pensamento e seus objetivos aparentes, a ponto de causar entre as esquerdas mundiais o pânico de Hollande vir a ser “o derradeiro coveiro dos partidos socialistas e social-democratas europeus”.3
A maioria silenciosa da França continua sendo uma significativa maioria e talvez mais arredia às propostas revolucionárias do que nunca. Uma das provas mais comentadas disso foi o crescimento histórico da chamada “extrema direita”, o Front National, bem como a recuperação de votos de Sarkozy na reta final da campanha, agitando — sinceramente ou não — teses ou slogans do Front National.

A direita majoritária praticou harakiri
"Monsieur Normal": François Hollande, novo presidente francês

Os números não foram tranquilizadores para o Flanby, pois, no cômputo final, apenas 39% do eleitorado votaram nele. E não só sua vitória foi obtida com uma margem de votos considerada pequena (1.131 milhão) como 2.147 milhões de eleitores  — na sua maioria de direita, descontentes com as promessas não cumpridas do presidente derrotado  — votaram em branco, quase o dobro da margem da vitória. Embora na França o voto não seja obrigatório, esses direitistas quiseram ir votar em sinal de protesto. Ouvi essa conversa no domingo da votação:“Como teremos de escolher entre dois demônios, votaremos em branco para fazer sentir nossa revolta diante da falta de opção”.
Se eles tivessem sido mais esclarecidos, votando contra a esquerda e deixando o protesto para depois, Hollande teria perdido — cúmulo da vergonha! — para o antipatizado Nicolas Sarkozy! Estatisticamente, se o eleitorado de direita que no primeiro turno não votou em Sarkozy o tivesse feito na mesma proporção que o eleitorado de extrema-esquerda que votou por Hollande, o candidato da direita teria sido reeleito. Neste sentido, o mais certo não é dizer que a esquerda ganhou, mas que, embora majoritária e em progressão, a direita praticou harakiri. E o candidato “pudim” se tornou presidente!
Compreende-se que diante da tendência à direita da opinião francesa, Hollande tenha escolhido a imagem do “pudim” e substituído o vermelho pelo branco e azul-bebê.
Dilema de Hollande
Mas a imensa revolução que os ideólogos socialistas e o próprio Hollande acalentam não se faz com “pudim” e azul-bebê. É fácil, simpático e rentável falar mal da austeridade, prometer menos horas de trabalho, aposentadoria mais cedo, salários mais altos, bolsas para tudo e qualquer coisa. Era o que a multidão de lata de cerveja na mão, na Praça da Bastilha, queria ouvir e ovacionava. Mas essa multidão já não era mais a dos transloucados sans-culotte, dispostos a passar penúria ou dar a vida pela Liberté-Égalité-Fraternité que aquela mesma praça relembra!
O novo presidente socialista declarou: “Meu verdadeiro inimigo é o mundo das finanças”. A crise financeira que devasta Europa deixou os bancos na dependência de auxílios dos governos ou organismos internacionais. A frágil situação deles pode propiciar nacionalizações como François Mitterrand tentou na década de 1980. Hollande vai ser muito aplaudido pelas esquerdas no primeiro dia. Mas, em pouco tempo, poderá ser mais vituperado que seu mestre e obrigado a reprivatizar urgentemente o que nacionalizou num ato de euforia socialista utópica.
Se o novo presidente cumprir suas sedutoras e utópicas promessas, levará a já muito fragilizada economia francesa à degringolada, tendo então que pedir fortes sacrifícios a seus seguidores, que não querem saber disso. Se não as cumprir, o PS, último reduto partidário viável das esquerdas, afundará. Em qualquer caso, uma das consequências já anunciada é que seu fracasso engrossará cada vez mais as hoje extensas fileiras da “extrema direita”.
Revolução Cultural: via régia para Hollande
Os governos europeus foram delegando atribuições cada vez maiores à União Europeia, tornando com isso estreita a margem de manobra de Hollande. Entretanto, valendo-se do prestígio que todo presidente francês tem — curioso eco na França republicana do prestígio real na França monárquica — ele poderá imiscuir-se em praticamente todos os assuntos de governo.
No governo, o Partido Socialista tentará certamente aprovar o “casamento” homossexual, indo além da atual união civil, atacar o ensino privado — que revela ter boa saúde dentro das brutais limitações impostas por governos anteriores — e acentuar a ofensiva pela eutanasia.
Quando isso se der, será indispensável uma articulação sensata das direitas francesas para conter a ofensiva socialista. Portanto, o oposto da política Sarkocídio. Terão as direitas francesas, tão diversificadas e divididas, suficiente largueza de vistas para se coligarem contra o inimigo comum?
Esquerdas europeias relançam a ofensiva
A fraqueza da “vitória pudim” de Hollande não foi devidamente focalizada pela mídia internacional. O viés informativo da grande mídia funcionou como a batuta de maestro que dá inicio a uma partitura endiabrada.
Assim, animados pelo “sucesso” francês, os “indignados” espanhóis voltaram à Porta do Sol e a outras praças da Espanha. Desconhecidos terroristas italianos lançaram coqueteis molotov contra prédios do governo, considerados por eles como emblemas odiosos da austeridade. A chanceler Angela Merkel, símbolo da política de reerguer as economias, perdeu em recentes eleições o controle da mais importante região alemã, vendo entrar em Parlamento estadual até o anárquico Partido Pirata.
A ingovernabilidade da Grécia aproxima a hora em que ela será forçada pelos demais países da eurozona a abandonar o euro. Se tal saída for feita de modo ordenado, poderá ser benéfica a longo prazo, mas terá, de imediato, consequências duríssimas para os gregos. Ademais, se a desconfiança prevalecer nos mercados, a notória ausência de solidariedade na eurozona poderá provocar um pânico bancário ou pelo menos uma emigração massiva dos depósitos nos bancos dos países fragilizados do sul para bancos de países do norte, considerados mais seguros. O que semearia o caos financeiro em toda a Europa, a começar por Portugal, Espanha e Itália, cujas economias já deram estalos relacionados com o montante de suas dívidas, o aumento inexorável do desemprego e o estancamento da atividade econômica.
A vitória de Hollande parece ter dado a largada de uma corrida louca das esquerdas para abalar o que resta de ordem na Europa. Não terá sido a primeira vez que um fato pobre de conteúdo, mas apresentado de modo tendencioso pela imprensa, gera uma tempestade de consequências imprevisíveis.


Fonte :Revista Catolicismo

sábado, 17 de dezembro de 2011

Christian Bale, astro do filme Batman, é tratado com violência ao tentar visitar ativista pró-vida da China

Nota 1000 para Christian Bale !!!
VILA DONGSHIGU, China, 16 de dezembro de 2011 (Notícias Pró-Família) — Christian Bale, famoso astro do filme Batman, acabou nas manchetes depois de viajar nove horas de Pequim para visitar Chen Guangcheng, um homem cego e oponente do aborto forçado.
Christian Bale
Entretanto, o ator nunca teve essa chance, pois ele foi tratado com brutalidade e forçado, por autoridades do governo chinês, a ficar longe da vila de Chen, de acordo com uma reportagem da CNN.
“O que eu realmente queria fazer era apertar a mão do homem e dizer ‘obrigado’, e dizer-lhe a inspiração que ele é”, disse ele.
Bale estava em Pequim para a estreia de “The Flowers of War” (As Flores da Guerra), um filme dramático sobre o Estupro de Nanquim em 1937. Sobre sua tentativa de visitar Chen, Bale declarou: “Não fui corajoso fazendo isso… Essa foi apenas uma situação — Não posso virar o rosto para o outro lado”.
De acordo com Reggie Littlejohn, presidente da organização Women’s Rights Without Frontiers (Direitos das Mulheres Sem Fronteiras), “Christian Bale é um herói. Ele está estrelando no filme mais caro já feito na China, e a China espera que ganhará um Oscar. Apesar disso, ele tem a coragem de assumir uma postura contra a injustiça oficial e deu muita visibilidade para o caso de Chen”.
Littlejohn contrastou as ações de Bale com as ações da empresa cinematográfica Relativity Media. “Christian Bale usou sua força de astro para fazer brilhar uma luz na situação do injusto tratamento que Chen Guangcheng vem sofrendo”, disse ela. “Em contraste, Relativity Media filmou ‘21 and Over’ em Linyi, onde Chen está definhando sob prisão domiciliar. Eles não fizeram nada para ajudar Chen. Espero que os frequentadores de cinema demonstrem sua preocupação por Chen Guangcheng nas bilheterias de cinema. Incentivamos as pessoas a ver ‘The Flowers of War’ e a boicotar ‘21 and Over.’”
Christian Bale não é o único que tem dado atenção a Chen Guangcheng. A secretária de Estado Hillary Clinton e o embaixador americano na China Gary Locke ambos falaram recentemente a favor dele. “Exortamos o embaixador Locke a visitar Chen Guangcheng”, declarou Littlejohn.
O fluxo de cidadãos chineses visitando Chen apesar dos riscos de surras e detenções, e as campanhas chinesas e internacionais “Sunglasses” (Óculos Escuros), deram visibilidade para o caso de Chen também. Essas campanhas podem ser vistas aqui e aqui.
Chen Guangcheng desmascarou o uso sistemático de esterilização e aborto forçado na cidade de Linyi em 2005. Durante quatro anos e três meses, ele ficou encarcerado, sendo torturado e sem permissão de receber tratamento médico. Desde sua soltura a saúde dele vem definhando sob prisão domiciliar.
Assista ao vídeo em inglês “Soltem Chen” aqui.
Assine uma petição para libertar Chen aqui.
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Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
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segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

MEB é uma farsa!

Movimento "endireita" Brasil, só pode ser uma farsa fazendo reunião privada com o Comunista FHC e privada!

Aí vemos o presidente do Movimento Ricardo Sales ao lado esquerdo de FHC...

Precisamos da verdadeira direita!

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Obama quer EUA como agência policial mundial a favor do homossexualismo


Ele quer também importar homossexuais, dando-lhes privilégios especiais de asilo nos EUA

Bob Unruh
O governo de Obama anunciou que pretende fazer dos Estados Unidos uma agência policial mundial a favor de questões sexuais, com planos de tentar intervir no funcionamento de outras nações onde o homossexualismo não é promovido bem como planos para criar cláusulas especiais para que homossexuais e indivíduos que têm outros estilos de vida recebam privilégios especiais para entrar nos EUA.
Obama: EUA como agência policial mundial pró-sodomia
Entre as cláusulas está uma chamada específica para que o governo dos EUA “melhore” seu trabalho de fornecer serviços para “refugiados LGBT e homossexuais que buscam asilo”.
“Ronald Reagan disse que os EUA deveriam ser um exemplo de luz para o mundo. Quem diria que agora os EUA viraram um exemplo de Sodoma para o mundo”, disse Peter LaBarbera, diretor de Americans for Truth, uma organização de Illinois ativa em revelar a verdade sobre a homossexualidade.
A declaração da Casa Branca se chama Memorando Presidencial — Iniciativas Internacionais para Avançar os Direitos Humanos de Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transgêneros.
Na introdução do documento de muitas seções, Obama explica que ele já ordenou que os órgãos do governo americano “que têm atividades em outros países” começassem desde já a “adotar medidas para promover os direitos humanos fundamentais de indivíduos LGBT no mundo inteiro”.
Especificamente, o plano dele é tentar intervir no funcionamento interno de outros países onde a escolha do estilo de vida homossexual está sob risco. Essa intervenção ocorreria por meio dos órgãos do governo dos EUA, os quais “fortaleceriam as campanhas existentes para combater de forma eficaz as leis de governos estrangeiros que criminalizam a condição ou a conduta LGBT e expandir iniciativas para combater a “discriminação, a homofobia e a intolerância na base da condição ou conduta LGBT”.
Além disso, Obama explicou a necessidade de dar a todos os indivíduos LGBT acesso especial aos Estados Unidos.
Ele explicou que os funcionários federais deverão ser treinados para ajudar os membros da classe LGBT nos desejos que eles têm.
As melhorias que os Estados Unidos estão oferecendo àqueles que apoiam as escolhas de estilo de vida sexual alternativo também significam que as organizações humanitárias que recebem assistência financeira dos EUA deverão aumentar seus interesses e envolvimentos com indivíduos LGBT. Deve-se também estabelecer uma entidade especializada que assegure que os EUA estejam fazendo tudo o que Obama quer.
Além disso, o Departamento de Estado e outros órgãos “precisam fortalecer o trabalho que começaram e iniciar campanhas adicionais nesses fóruns e organizações multilaterais para… combater a discriminação com base na condição LGBT; ampliar o número de países que apoiam e defendem questões LGBT…” e outras iniciativas.
Aqueles que estão envolvidos nos confrontos por causa das exigências de “direitos” por parte de grupos homossexuais e outros grupos nos EUA disseram que a medida de Obama é incrivelmente imprópria.
“Os Estados Unidos não são um país pós-cristão… Os EUA são anticristãos. Os EUA estão fazendo guerra explícita contra a ética judaico-cristã”, LaBarbera disse para WND.
Ele disse que Obama, e sua secretária de estado, Hillary Clinton, estão literalmente “redefinindo o pecado”.
“Em todas as colônias [do começo dos EUA], em toda a nossa história, o homossexualismo sempre foi proibido”, disse ele. “Agora de repente os EUA vão passar sermão em outros países, forçando-os a seguir a versão de direitos humanos da última moda”.
Ele disse… que tudo o que vem sendo dito acerca da homossexualidade e direitos dá para se aplicar ao sexo com animais e direitos, ou à pedofilia e direitos, ou a outras escolhas de estilo alternativo e direitos.
“Em que base”, perguntou ele, “podemos dizer que [a pedofilia e o sexo com animais] são absolutamente inaceitáveis? A NAMBLA [sigla em inglês da Associação Norte-Americana de Amor entre Homens e Meninos] costumava marchar nas paradas de orgulho gay”.
“Os direitos humanos estão enraizados na ideia bíblica e judaico-cristã de direitos. Isso é incrível. Eles estão torcendo a essência dos direitos humanos. Se existe um direito à conduta homossexual, por que não existe um direito ao… adultério e ao incesto?”
Matt Barber, um dos líderes do Conselho de Liberdade, também disse ao WND: “Como é que os EUA ousam exportar sua decadência moral para outros países? Este presidente trouxe vergonha para o nosso país mediante o uso de extorsão. Eu utilizo uma palavra forte aqui, extorsão, pois os EUA estão tentando forçar outras nações a adotar todas as exigências dos grupos homossexuais de pressão política”.
Tradução, adaptação e edição: www.juliosevero.com
Fonte: WND

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

CNBB [Conferência Nacional de Bananas do Brasil] faz acordo com Marta Suplicy sobre projeto de lei que criminaliza a homofobia.

Inadmissível!

Fonte:Fratres in Unum

O Globo | Brasília – Num acerto com a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), a senadora Marta Suplicy (PT-SP) flexibilizou seu substitutivo do projeto de lei que criminaliza a homofobia, permitindo que em templos padres e pastores possam continuar pregando em missas e cultos contra a homossexualidade. Mesmo com as alterações, a relatora do projeto não conseguiu acordo com os segmentos evangélicos na Casa. Ainda assim, ela vai tentar na quarta aprovar a proposta na Comissão de Direitos Humanos (CDH) e, depois, no plenário, para que seja enviado à Câmara. Lá, o texto poderá ser alterado ou gerar um novo projeto, saindo de sua responsabilidade.
Há uma grande cobrança da comunidade LGBT para que o projeto ande, mas, sem acordo, está parado desde o inicio do ano no Senado.
- Se conseguirmos aprovar, nada está certo que vamos conseguir, damos um passo avante. Daí encaminhamos para Câmara, onde poderão aprimorar ou propor um novo projeto com mais avanços. Se formos esperar um consenso sobre o projeto original que é de 2001, aqui não teria condição de passar. Vamos ver o que conseguimos aprovar para fazer o projeto andar. Senão vou ficar aqui oito anos e no final vou dizer que não conseguimos aprovar nada – disse Marta Suplicy.
Depois de fazer o acordo com a CNBB, Marta tentou convencer o senador Marcelo Crivella (PRB-RJ) de que um artigo incluído no projeto retirava a possibilidade de punição a pastores em suas pregações contra homossexuais. O novo texto diz que o disposto na lei não se aplica à manifestação “pacífica de pensamento decorrente de fé e da moral fundada na liberdade de consciência , de crença e de religião”.
- Eu disse para o Crivella: fizemos um acordo com a CNBB e vocês vão ficar do lado do Bolsonaro? – contou Marta, em referência ao deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ), conhecido por sua oposição às propostas de intesse à comunidade LGBT.
Mas Crivella não se sensibilizou. Disse que o líder do PMDB no Senado, Renan Calheiros (AL), tentou um acordo em torno de outro projeto, chamado de Lei do Sexismo, que coibia qualquer intolerância contra heterossexuais, homossexuais e bissexuais, mas Marta Suplicy não aceitou.
- Não podemos concordar em condicionar a liberdade de expressão religiosa ao termo “pacífica”. O que é pacífico para a lei, para ela e para você? Nossos pastores falam com muita veemência em suas pregações. E as penas são pesadas. Dependendo da interpretação, podem pegar até três anos de prisão – disse Crivella.
Renan Calheiros confirmou que dificilmente o substitutivo de Marta Suplicy será aprovado na CDH.
- Tem algumas pessoas aí organizando resistências – disse Renan, citando Crivella e o senador Magno Malta (PTB-ES).
Sem acordo com os senadores da bancada evangélica, Marta Suplicy também enfrentou a oposição da Frente Parlamentar pela Cidadania LGBT, que se articula para derrubar as modificações feitas para agradar à Igreja. A frente se reuniu nesta terça-feira e reclamou de não ter sido chamada para discutir as concessões feitas no projeto. O deputado Jean Wyllys (PSOL-RJ) levantou dúvidas sobre o motivo da pressa em votar um texto “inócuo” às vésperas da II Conferência Nacional LGBT.
“Compactuando com o entendimento de que o substitutivo não contempla os diversos segmentos do movimento homossexual, um dos representantes do setorial LGBT do PSOL presentes lembrou aos presentes do documento tirado na Conferência de São Paulo – base eleitoral da senadora – em que o movimento se afirma contrário a qualquer substitutivo que não contemple as demandas históricas do movimento”, diz texto de nota divulgado pela frente LGBT.
- Nós não queremos esse texto, mas também não queremos que os conservadores vençam essa batalha. Queremos apresentar um voto em separado que devolva as características originais do projeto. Na hipótese de uma votação contrária e do projeto ser enterrado na votação, vamos montar uma estratégia para garantir que o projeto continue tramitando – disse Wyllys.

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Nazismo e comunismo


[Há uma] questão religiosa que parece separar ambos os regimes. O nazismo tem deuses, e o comunismo é ateu.

Entre o ateísmo e o panteísmo, a distância será tão grande? Não demonstra a História que as épocas de maior incredulidade são ao mesmo tempo as de maior superstição?

Aliás, do que vale, como barreira ao ateísmo comunista (que tem tonalidades fortemente panteísta) o panteísmo nazista?

(Fonte: Legionário, N°. 348, 14 de maio de 1939)

sábado, 12 de novembro de 2011

Totalitarismo de mansinho


A pretexto de nos proteger, o Estado vai se imiscuindo cada vez mais em
nossas vidas, para nos dizer o que podemos fazer e o que não podemos. É
um socialismo totalitário que vai entrando de mansinho, sem precisar
para isso de revoluções sangrentas como a de 1917 na Rússia, nem de
ditaduras férreas como a de Hitler.

http://www.ipco.org.br/home/noticias/totalitarismo-de-mansinho

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Governo Dilma descumpre acordo com o Vaticano


A Folha de São Paulo noticiou que a TV Brasil suspenderá a partir de setembro exibição de programas religiosos. No domingo passado, após a transmissão da celebração da Santa Missa, celebrada pelo arcebispo do Rio, dom Orani Tempesta, o padre Dionel Amaral - diretor do programa "Palavras da Vida", que também será suspenso - pediu aos fiéis que enviassem cartas e e-mails à presidente Dilma Rouseff para se manifestarem contra a decisão. Segundo diretores da TV Brasil - a TV do governo que quase ninguém assiste - após um amplo debate resolveram retirar do ar os programas religiosos (missa e programas evangélicos). Para os diretores, faz-se necessário um programa que valoriza a diversidade religiosa. O que isso quer dizer? Provavelmente será permitido dar enfoque às religiões afro, islamismo, ateísmo, hinduísmo, etc. mas em hipótese alguma dar liberdade ao cristianismo. Isto é ou não é perseguição religiosa? Tal decisão dos aliados do governo Dilma fere o acordo entre o Brasil e o Vaticano que dá à Igreja a possibilidade de levar a mensagem cristã àqueles que não podem sair de casa. Ademais, o que estamos vendo - como diz Padre Paulo Ricardo Azevedo Júnior - é uma perseguição religiosa no Brasil de forma velada, sutil. Querem dar espaço para todos na sociedade, desde que este "todos" não sejam os católicos ou protestantes que se opõem à revolução cultural que o PT está fazendo. Só permitem falar na mídia "deles" quem está de acordo com o pensamento revolucionário.

***
Fonte:

http://catolicosconservadores.wordpress.com/2011/09/20/governo-dilma-descumpre-acordo-com-o-vaticano/
 

sábado, 17 de setembro de 2011

Aumentar carga horária escolar melhora a educação?Não!


O ministro Haddad quer aumentar a carga horária das escolas públicas pra melhorar o ensino público, ele tinha que melhorar os professores, isso não vai adiantar de nada!! E a greve dos IFFS os professores querem um reajuste absurdo e Dilma nem fala nada , o gov federal tem que acabar com essas greves agora é nos correios!


 


Que o PT e os políticos querem , ou melhor o que a esquerda quer é um povo burro, pois assim fica fácil pra eles fazerem o que bem entendem.

terça-feira, 13 de setembro de 2011

KIT-GAY II - DILMA ASSINA DECRETO

Parabéns Petralhas!

Um "Kit" que de educativo não tem nada e de imoral tem tudo!

Parabéns
ao povo Brasileiro pelos representantes que escolhem ! Lutemos contra
esse quite de pornografia homossexual que estam a todo custo tentando
implantar nas escolas ! ACORDA BRASIL!!
isso é resultado da nossa sociedade que só pensa e
ver tv "ficar" beber e fica adormecida com relação a política, a direita
tem que voltar, pois vamos sofrer lentamente os efeitos do socialismo pós
regime militar! Viva a contra-revolução viva os heróis da Vandéia ! QUANTA FALTA NOS FAZ UM PARTIDO SÉRIO DE DIREITA, COISA QUE NO BR NÃO EXISTE MAIS. LUTEMOS!





sexta-feira, 10 de junho de 2011

Caso Cezzari Battisti:



Me libertaram, mesmo eu tendo matado várias pessoas !
Vlw por votarem nos camaradas socialistas!