domingo, 27 de novembro de 2011

O MARIE CONCUE SANZ PECHE PRIEZ POUR NOUS QUI AVONS RECOURS A VOUS!

 Ó MARIA CONCEBIDA SEM PECADO ORIGINAL , ROGAI POR NÓS QUE RECORREMOS A VÓS
 
VINDE AOS PÉS DESTE ALTAR! AQUI AS GRAÇAS SERÃO ABUNDANTES!

COMPARTILHO COM VOCES AS TRES FASES DAS APARIÇÕES A SANTA CATARINA LABOURÉ!

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Grande Dom Luiz Bergonzini!!!



"Provamos, no TSE, que o documento assinado pelos três Bispos é verdadeiro e provamos que o PT e a candidata Dilma defendem, sim, a liberação do aborto. E o Ministério Público Federal garantiu que não praticamos crime eleitoral e pediu a devolução do material para a Diocese de Guarulhos. O TSE mandou a Polícia Federal devolver o material apreendido... A Igreja Católica tem o direito legítimo de defender o Evangelho e seus princípios, em qualquer época."

Dom Luiz Bergonzini, Bispo Diocesano de Guarulhos

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

#Missa não é lugar de chapéu de cowboy, o nome disso é rodeio. #Missa é outra coisa ...

Do jeito que a TL gosta cada vez mais a RCC e CN se afundam ...Caíndo a máscara de todo mundo hem... +DEO GRATIAS+

CAMPANHA PAREM DE INVENTAR NA MISSA



Finalmente, eu diria que uma liturgia participativa é importante, mas uma que não seja sentimental. A liturgia não deve ser simplesmente uma expressão de sentimentos, mas deve emergir a presença e o mistério de Deus no qual ele entra e pelo qual nós nos permitimos ser formados.
(Para Bento XVI)

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Bento XVI: Não precisamos imitar os pentecostais. “Uma liturgia participativa é importante, mas uma que não seja sentimental”.

FRATRES IN UNUM

 

um golpe nos RCCISTAS

DEO GRATIAS! VIVA O PAPA!



O Papa Bento XVI inicia hoje uma viagem apostólica de dois dias ao Benim, África. Durante o vôo, o Santo Padre respondeu às tradicionais perguntas dos jornalistas presentes em sua delegação. Entre elas, uma a respeito do crescimento das seitas pentecostais no continente africano:
Essas comunidades são um fenômeno global, em todos os continentes. Naturalmente, elas estão presentes sobretudo, de formas diferentes, na América Latina e na África. Diria que seus elementos característicos são muito pouca “institucionalidade” e poucas instituições, dando pouco peso a instituições; uma mensagem que é simples, fácil e compreensível, e aparentemente concreta; e, como você disse, uma liturgia participativa expressando os sentimentos da cultura local, com uma abordagem da religião um tanto sincretista. Tudo isso lhes garante, por um lado, algum sucesso, mas também implica uma falta de estabilidade. Sabemos que alguns [seguidores desses grupos] voltam à Igreja Católica, ou se mudam de uma dessas comunidades para outra.
Então, nós não precisamos imitar essas comunidades, mas devemos nos perguntar o que podemos fazer para dar nova vida à fé Católica. Eu sugeriria, como um primeiro ponto, uma mensagem que é simples e compreensível, mas também profunda. [...]
Segundo, é importante que nossas instituições não sejam pesadas. O que deve predominar é a iniciativa da comunidade e da pessoa. Finalmente, eu diria que uma liturgia participativa é importante, mas uma que não seja sentimental. A liturgia não deve ser simplesmente uma expressão de sentimentos, mas deve emergir a presença e o mistério de Deus no qual ele entra e pelo qual nós nos permitimos ser formados.
Por último, com relação à inculturação, diria que é importante não perdermos a universalidade. Eu preferiria falar de “inter-culturação”, não tanto inculturação. É uma questão de um encontro entre culturas na verdade comum de nossos seres enquanto humanos, em nosso tempo. Então, crescemos numa fraternidade universal. Não devemos perder essa grande coisa que é a catolicidade, de que em todas as partes do mundo somos irmãos e irmãs, somos uma família, onde conhecemos cada um e colaboramos num espírito de fraternidade.
A introdução ao missal das celebrações pontifícias (pág. 11) demonstra como Bento XVI pretende enfatizar essa catolicidade, particularmente na liturgia da Santa Missa a ser celebrada no domingo, no Estádio da Amizade:
Neste grande dia de encontro eucarístico do Santo Padre com toda a África múltipla em seus costumes e em suas línguas, não hesitamos em empregar a língüa da Igreja Universal, o latim, que tem a vantagem de unificar a oração de nossa assembléia tão diversificada e de manifestar assim a união das vozes e dos corações no canto gregoriano (Missa de Angelis) e na escolha do cânon romano (Oração Eucarística I).

Balduíno IV, de Jerusalém, O Rei Leproso

Esse jovem monarca, quase desconhecido na História, foi entretanto dos mais heróicos cruzados e protótipo de soberano virtuoso, comparável a São Luís IX. 




Duzentos cavaleiros cristãos, liderados pelo Rei Balduíno, vencem 20 mil sarracenos
Balduíno, filho de Amaury I de Jerusalém e de Inês de Courtenay, nasceu no ano de 1160 na Cidade Santa, Jerusalém. Apesar de o casamento de Amaury ter sido anulado por questão de parentesco, os filhos dele nascidos, isto é, Amauri e Sibila, foram considerados legítimos herdeiros da Coroa. Um dia em que Balduíno brincava de guerra com outros meninos de sua idade, seu preceptor notou que, enquanto os demais gritavam quando eram atingidos, ele parecia nada sentir. Perguntando-lhe a razão disso, o menino respondeu que os outros não o feriam, e por isso não manifestava dor e não gritava. Mas, reparando o preceptor em suas mãos e braços, percebeu que estavam adormecidos. O rei foi informado e mandou vir os melhores médicos, que ministraram emplastros, ungüentos e outras medicinas à criança, sem alcançar entretanto resultado algum. Era o começo de uma doença que iria progredir à medida que Balduíno fosse crescendo.
Em suma, esse menino tão belo, tão ajuizado e já tão sábio fora atingido por um mal terrível, que se revelou logo: a lepra, que lhe valerá o trágico cognome de o Leproso.
Dificuldades: doença, divisão interna e Islã
Com a morte prematura de Amaury, Balduíno foi aclamado rei aos 13 anos. Nessa época ele era um adolescente encantador, o mais cultivado dos príncipes de sua família, “dotado de uma grande vivacidade de espírito, se bem que gaguejando ligeiramente como seu pai, e de uma excelente memória”, escreve seu historiador e preceptor, Guilherme de Tiro(1).
“O reino desse infeliz jovem, de 1174 a 1185, não foi senão uma longa agonia. Mas uma agonia a cavalo, face ao inimigo, toda enrijecida no sentimento da dignidade real, do dever cristão e das responsabilidades da coroa nessas horas trágicas em que o drama do rei correspondia ao drama do reino”(2). Com efeito, o clima deste era de insubordinação, muitos procurando seguir apenas seus interesses pessoais. Foi essa funesta divisão entre os cristãos que levou, pouco depois, à perda de todos os reinos que haviam sido conquistados pelos cruzados na Palestina.
Já aos 15 anos e leproso, derrota islamitas
 Saladino, sultão do egito, enfrentou Balduíno IV várias vezes sendo sempre derrotado
De 26 de junho a 29 de julho do ano de 1176, o sultão Saladino assediou a cidade de Alepo. Balduíno IV, que na ocasião contava apenas 15 anos e a lepra não havia ainda minado suas energias, partiu em socorro daquele bastião cristão, coadjuvado pelo Conde de Trípoli, Raimundo III. Juntos, conquistaram grande vitória sobre os muçulmanos. “Assim, mesmo sob o reino do pobre adolescente leproso, mesmo em presença da unidade muçulmana quase inteiramente reconstituída, a dinastia franca da Síria manteve os inimigos em cheque. Apesar de sua enfermidade — logo ele não viajará mais senão em liteira —, Balduíno IV, precocemente amadurecido pela dor, demonstrou uma força de alma diante da qual a História deve se inclinar com respeito”(3). Progredindo a lepra, Balduíno viu a necessidade de assegurar sua sucessão. Para isso só havia suas duas irmãs, Sibila e Isabel. Esta última era filha do segundo casamento de seu pai. Sobre Sibila, a mais velha, repousava em particular o futuro da dinastia, pois, segundo o costume do país, seu esposo seria rei de Jerusalém. A escolha do esposo recaiu sobre o príncipe piemontês Guilherme Longa-Espada, um dos mais nobres da Cristandade, primo do Imperador Frederico Barbarroxa e do Rei da França, Luís VII. Tal casamento, que se realizou em 1177, foi efêmero, pois Guilherme faleceu três meses depois, deixando sua jovem esposa à espera de um herdeiro, o futuro Balduíno V. Esse nascimento póstumo, trazendo como conseqüência para o reino uma nova regência, só poderia enfraquecê-lo ainda mais.
Enquanto isso, Balduíno IV apressou-se em renovar a aliança com o Imperador bizantino Manuel Comeno para, juntos, invadirem o Egito. As circunstâncias pareciam favoráveis, em virtude das hostilidades que Saladino estava sofrendo na Síria naquela ocasião. Entretanto, como a lepra impedia Balduíno de comandar a expedição, ele ofereceu o comando ao Conde Felipe de Alsácia, que se encontrava em Jerusalém com seus homens. Mas este, para surpresa geral, não aceitou o convite. Julga-se que Felipe queria suceder ao rei leproso, sendo seu primo. Sua recusa fez fracassar a aliança e comprometer ainda mais os interesses cristãos na Terra Santa.
Fé e heroísmo: causas de vitória inimaginável
Em 1177 Balduíno, cedendo às instâncias do Conde de Flandres, emprestou-lhe grande parte de suas tropas para que este tentasse uma expedição contra Hamas. Sabendo que Jerusalém estava assim desguarnecida, Saladino reuniu todas suas tropas para invadir o reino cristão. A situação neste era trágica. Balduíno não dispunha senão de 500 cavaleiros. Por outro lado, o Condestável Onfroi de Toron, que o podia ajudar na direção da defesa, caiu gravemente doente.
Nessas circunstâncias quase desesperadas, o jovem rei leproso foi heróico. À aproximação do inimigo, reunindo tudo que podia encontrar de combatentes, saiu com a relíquia da Santa Cruz e chegou a Ascalon. Mandou uma ordem a Jerusalém e a todo o reino, convocando todos os homens capazes de portar armas a reunirem-se a ele. Mas, quando o reforço se aproximava da Cidade Santa, foi capturado por Saladino.
Julgando-se já dono da situação, o sultão ismaelita permitiu que suas tropas se dispersassem, pilhando, matando, fazendo prisioneiros por toda parte. Ébrio pelo sucesso, Saladino mostrou-se de uma crueldade inaudita. Mandou reunir os prisioneiros e lhes esmagou a cabeça. Certo de que os francos estavam reduzidos à impotência, o sultão protegeu-se atrás das muralhas de Ascalon, quando viu aparecer subitamente o rei leproso e seu pequeno exército. Tinham eles anteriormente perseguido os muçulmanos esparsos, derrotando-os.
Após a batalha, ação de graças no Santo Sepulcro

Morte de Balduíno IV, Rei de Jerusalém
Os cruzados caíram como um raio sobre o exército de Saladino. “Ágeis como lobos, ladrando como cães, atacaram em massa, ardentes como a chama”(4), com a relíquia da Santa Cruz à frente, portada pelo bispo de Belém. Os cristãos tiveram a impressão de que a Cruz crescia até tocar o céu. O cronista siríaco Miguel, Patriarca da Igreja jacobita, contemporâneo dos acontecimentos, assim descreveu a milagrosa batalha de Montgisard: “O Senhor teve piedade dos cristãos. Todo mundo tinha perdido a esperança, porque o mal da lepra começava a aparecer no jovem rei Balduíno, que enfraquecia, e desde então cada um tremia. Mas o Deus que fazia aparecer sua força nos fracos inspirou o rei doente. O resto de suas tropas reuniu-se em torno dele. Ele desceu de sua montaria, prosternou-se com a face contra a terra diante da Cruz e rezou com lágrimas. À vista disto, o coração de todos os soldados se enterneceu. Eles estenderam todos a mão sobre a verdadeira Cruz e juraram jamais fugir; e, em caso de derrota, olhar como traidor e apóstata quem fugisse em vez de morrer. Montaram de novo nos cavalos e avançaram contra os turcos, que se regozijavam, pensando já os ter derrotado. Vendo os turcos, de quem a força parecia um mar, os francos deram-se mutuamente a paz e pediram uns aos outros um mútuo perdão. Em seguida engajaram a batalha. No mesmo instante o Senhor fez cair violenta tempestade, que levantava a poeira do lado dos francos e a lançava no rosto dos turcos. Então os francos, compreendendo que o Senhor havia aceito seu arrependimento, tomaram coragem, enquanto os turcos deram meia-volta e fugiram. Os francos os perseguiram, matando e massacrando durante o dia todo”(5). Somente a fidelidade dos mamelucos salvou Saladino de morte certa.
Balduíno IV retornou a Jerusalém como triunfador e foi render graças ao Deus dos Exércitos na igreja do Santo Sepulcro. “Jamais vitória cristã mais bela tinha sido infligida ao Levante, e todo o mérito voltava-se ao heroísmo do rei, cuja juventude [tinha então 17 anos], triunfando por um instante do mal que corroía o corpo, igualou-se em maturidade a um Godofredo de Bouillon ou a um Tancredo”(6).
Coragem e resignação ante a devastação da lepra
Balduíno continuou a infligir derrotas aos islamitas, embora não pudesse vencer a luta que se travava em seu próprio corpo entre a lepra e as partes sãs. Aquela o deformava de tal maneira, que assim é descrito por um historiador, em 1183: “Do belo menino louro, que nove anos antes havia recebido com fausto a coroa, não restava senão um inválido, um ser decaído, repugnante. O belo rosto não era senão placas de carne marrom, fechando três quartas partes das órbitas, das quais todo olhar fugira para sempre, cortando-o do mundo, mergulhando-o numa noite eterna. Suas mãos elegantes estavam reduzidas ao estado de cotos. Seus dedos amortecidos haviam caído uns após outros, putrefatos. Seus pés haviam tido a mesma sorte e estavam como encolhidos pelo mais cruel dos torcionários chineses. Coberto de placas e bolhas, o resto do corpo não estava diferente para se ver. [...] Ao preço de esforços por vezes espantosos, ele continuava a assumir seu papel de rei. Jamais havia faltado a um combate, jamais fugido a uma responsabilidade”(7).
Balduíno IV, o rei heróico e virtuoso, semelhante ao admirável monarca francês São Luís IX, e cuja vida não foi senão uma lenta agonia, entregou a Deus sua alma pura no mês de março de 1185, aos 24 anos de idade. “Tendo mantido até seu último suspiro a autoridade monárquica e a integridade do reino, soube também morrer como rei”.(8)
*     *     *
Notas:
(1) René Grousset, Histoire des Croisades et du Royaume Franc de Jérusalem, Paris, Librairie Plon, Les Petits-Fils de Plon et Nourrit, 1935, p. 610.
(2) Id., ib., pp. 610-611.
(3) Id. ib., pp. 632-633.
(4) Id. ib., p. 658.
(5) Michel le Syrien, III, p. 375. apud René Grousset, op. cit., p. 657.
(6) René Grousset, op. cit., p. 663.
(7) Dominique Paladilhe, Le Roi Lépreux, Perrin, Paris, 1984, apud Gregório Lopes, Catolicismo, abril/1992.
(8) René Grousset, op. cit., p. 744.

São Barnabé

Fonte:Frente Universitária Lepanto

Nos primeiros dias da Igreja o fervor dos cristãos era tão grande, que eles renunciavam a seus bens, colocando-os à disposição dos Apóstolos para que os utilizassem em proveito de todos: "Repartia-se então a cada um deles conforme a sua necessidade" (Atos 4, 35). Sem ser obrigatória, esta prática se tornava possível devido ao pequeno número de fiéis. Com o crescimento da Igreja, ela continuou a florescer nas ordens religiosas. Entre esses generosos cristãos destacava-se um, pelo que é nomeado por São Lucas: "Assim José - a quem os Apóstolos deram o sobrenome de Barnabé que quer dizer filho da consolação -, levita natural de Chipre, possuía um campo. Vendeu-o e trouxe o valor dele e depositou-o aos pés dos Apóstolos" (At 4, 36-37).
Segundo tradição oriental Barnabé se radicou em Jerusalém, e tendo ouvido Nosso Senhor pregar no Templo, tornou-se admirador de sua doutrina. Por seu zelo e conselhos, mereceu ser chamado Apóstolo, apesar de não ser dos 12. Era grave e afável, com amplidão de vistas e chama profética, e, sobretudo, como diz São Lucas, "homem bom e cheio do Espírito Santo" (At 11, 24).
 Martírio de São Barnabé
Por tais predicados, São Barnabé tornou-se muito considerado naqueles tempos da primavera da fé. Seu porte devia impressionar, pois mais tarde os pagãos o tomaram por Zeus, o pai dos deuses entre os gregos.
Quando o recém convertido São Paulo procurou os Apóstolos em Jerusalém, eles tentaram evitar sua presença, pois ninguém podia crer que esse perseguidor de cristãos se tornara agora um deles.
Segundo a tradição, São Barnabé - a quem São Paulo deve ter narrado todos os pormenores de sua conversão - conhecera o Apóstolo dos Gentios na escola de Gamaliel.
E convencido da sinceridade de seu ex-condiscípulo, serviu-lhe de "anjo da guarda". Conduziu-o e apadrinhou-o junto a São Pedro e São Tiago, pois além desses, diz São Paulo, "não vi nenhum outro Apóstolo" (Gal 1,19). São Barnabé "contou-lhes como Saulo vira o Senhor no caminho, e que lhe havia falado, e como em Damasco pregara com desassombro o nome de Jesus" (At 9, 27).
Depois de ter passado 15 dias com São Pedro, por causa das ciladas dos judeus "os irmãos levaram-no [São Paulo] para Cesaréia, e dali o enviaram a Tarso" (At 9, 27-30).

São Barnabé procura o auxílio de São Paulo

 Libertação de São Paulo e são Bernabé - Claude-Guy Halle, séc. XVIII. Museu Carnavalet, Paris.
Entretanto, os fiéis disseminados pela perseguição que se seguiu ao martírio de Santo Estevão iam espalhando por toda parte a semente da palavra divina. Desse modo alguns deles, "de Chipre e de Cirene", foram para Antioquia, onde pregaram a boa nova da salvação: "A mão do Senhor estava com eles, e grande foi o número dos que receberam a fé e se converteram ao Senhor" (At 11, 21). Notícias desse sucesso chegaram aos ouvidos dos Apóstolos, que enviaram Barnabé para verificar o espírito que presidia a essa nova cristandade.
São Barnabé "alegrou-se, vendo a graça de Deus, e a todos exortava a perseverar no Senhor com firmeza de coração, pois era um homem de bem e cheio do Espírito Santo e de fé" (At 11, 23).
Humilde, esse apóstolo não se julgou apto para orientar os novos cristãos sozinho. Lembrou-se então de Saulo, e foi buscá-lo em Tarso para ser seu companheiro de apostolado.
São Paulo estava em pleno vigor varonil e na força de seu primeiro entusiasmo. Se a igreja de Antioquia já experimentava antes um grande impulso, com os dois Apóstolos cresceu ainda mais.
Eles permaneceram um ano inteiro naquela cidade, onde pela primeira vez os discípulos de Jesus começaram a ser conhecidos como "cristãos". Essa foi também a primeira igreja a desligar-se do solo originário do judaísmo.
Quando houve fome em toda a Palestina, Paulo e Barnabé foram escolhidos para levar o auxílio dos antioquenhos aos cristãos de Jerusalém (At 11,30).

A primeira viagem apostólica Abrindo para os pagãos as portas da São Paulo "resiste em face" ao primeiro Papa

 Os dois apóstolos continuavam a dirigir com fervor a cristandade de Antioquia. Certo dia, "enquanto celebravam a liturgia em honra do Senhor e guardavam os jejuns, disse o Espírito Santo: ‘Segregai-me Barnabé e Saulo para a obra a que os chamo'". Essa obra seria a primeira viagem apostólica (At 13,2). "Então, depois de jejuarem e de orarem, eles [os anciãos] lhes impuseram as mãos e os despediram" (At 13, 3).
"Essa imposição das mãos sobre Saulo e Barnabé era a ordenação episcopal? É o sentimento geral. A vocação milagrosa para o apostolado, não tendo isentado Saulo da obrigação de receber o batismo das mãos de Ananias, não se vê por que essa mesma vocação o teria isentado de receber o sacramento da Ordem. Nas vocações mesmo extraordinárias, Deus, que age sempre com medida, não suprime as regras que estabeleceu".1
Os dois Apóstolos tomaram consigo São Marcos e partiram para a grande aventura apostólica.
Provavelmente foi São Barnabé quem propôs passarem por Chipre. Desembarcaram no porto de Salamina, perto de Famagusta, de onde era originário. Ele sabia que todas as cidades do lado oriental da ilha contavam com prósperas sinagogas e que havia nelas grupos de cristãos (At 11, 19).
São Barnabé - que dirigia a missão - resolveu então atravessar a ilha até Pafos. Nessa cidade residia o procônsul romano Sérgio Paulo, "varão prudente". Este, sabendo da chegada de Barnabé e de Paulo, chamou-os, "desejando ouvir a palavra de Deus" (At 13, 7).
Depois de um incidente com o mago Bar-Jesus - judeu e falso profeta, que desejava impedir de todos os modos o contato do procônsul com os Apóstolos e que ficou cego após ser increpado por São Paulo -, o procônsul
Na pequena cidade de Listra, São Paulo curou um paralítico de nascença. Devido a esse milagre os pagãos quiseram adorá-lo como deus, gritando que Zeus (ou Júpiter) e Hermes (ou Mercúrio) "desceram a nós". Diziam que São Paulo, por causa de sua eloqüência, era Mercúrio, e São Barnabé, por seu digno e majestoso porte, era Júpiter. Foi difícil aos missionários convencer a multidão de que eram homens, e não deuses. "Porém, judeus vindos de Antioquia e de Icônio seduziram as turbas, que apedrejaram Paulo e o arrastaram para fora da cidade, deixando-o como morto" (At 14, 18-19).
Posteriormente, os dois apóstolos pregaram em Derbe, na Galácia, e na volta fizeram o caminho inverso para visitar e firmar as cristandades por eles fundadas. Retornaram então a Antioquia da Síria, depois de quatro anos de ausência (At 14, 23-26). Os apóstolos "tinham aberto para os pagãos a porta da fé" (At 14, 27).
Surgiu então um incidente com os cristãos judaizantes: insistiam que os pagãos convertidos deveriam submeter-se aos ritos judaicos: "É preciso circuncidá-los e impor-lhes a observância da Lei de Moisés" (At 15,5).
Ora, "fazer a admissão daqueles [pagãos] na Igreja depender da circuncisão e da Lei ritual, significava reduzir a Igreja à estreiteza da Sinagoga, e negar a universalidade da redenção".2 E era exatamente isto que desejariam os judaizantes, como revela o próprio São Paulo (Gal. 2,4). Tanto ele como São Barnabé eram contrários a essa medida. Resolveu-se então que iriam a Jerusalém decidir a questão com os Apóstolos.
Na assembléia dos Apóstolos na Cidade Santa, considerada o primeiro Concílio da Igreja, São Pedro e São Tiago Menor, sobretudo, declararam-se a favor dos dois apóstolos, contanto que os cristãos oriundos do paganismo se abstivessem das "contaminações dos ídolos, da fornicação, das carnes sufocadas, e do sangue" (At 15, 6-21).
Os Apóstolos enviaram Judas e Silas "com os nossos amados Barnabé e Paulo, homens que têm exposto suas vidas pelo nome de nosso Senhor Jesus Cristo" (At 15, 25-26) para transmitir aos fiéis de Antioquia a decisão a que haviam chegado. Silas permaneceu depois em Antioquia, associando-se a São Paulo em suas viagens
Mas depois ocorreu outro fato a que São Lucas não se refere, e que mostra como a situação continuava ainda crítica por causa da influência dos judaizantes. É o próprio São Paulo quem narra aos Gálatas, com muita vivacidade, esse penoso conflito: "Quando Cefas foi a Antioquia, resisti-lhe em face, porque ele se tornara repreensível. Pois, antes de virem alguns dos de Tiago, ele comia com os gentios; mas, quando aqueles chegaram, ele se retraía e se afastava, por medo dos da circuncisão. E os outros judeus o acompanharam na mesma simulação, tanto que até Barnabé se deixou arrastar à simulação deles" (2, 11).
Palavras duras estas do Apóstolo Paulo em relação ao primeiro Papa! É bom notar que se tratava não de um erro doutrinário de São Pedro, mas de uma atitude prática, se bem que com repercussões muito sérias para o futuro da Igreja. Convém ressaltar também que São Pedro estava inteiramente aberto ao apostolado de São Paulo com os pagãos e lhe deu razão. Ele próprio, no início, sentia-se confortável no meio deles.
Se mais tarde creu que era seu dever acomodar-se às circunstâncias, não foi porque pensasse de modo diferente de São Paulo. Ocorreu que, sendo especialmente encarregado de pregar o Evangelho aos judeus, talvez por receio de ofendê-los, começou a separar-se da mesa dos fiéis provenientes da gentilidade. E essa atitude equívoca arrastou outros judeus, até mesmo a São Barnabé.
Pelo que, continua São Paulo: "Mas, quando vi que eles não caminhavam com retidão segundo a verdade do Evangelho, disse a Cefas diante de todos: ‘Se tu, sendo judeu, vives como gentio e não como judeu, por que obrigas os gentios a adotar costumes judaicos?'" (Gal. 2,14-21).
São Pedro "não viu, no lance fogoso e inesperado do Apóstolo das Gentes, um ato de rebeldia, mas de união e amor fraterno. E, sabendo bem no que era infalível e no que não era, cedeu ante os argumentos de São Paulo. Os Santos são modelos dos católicos".3
Humildemente, São Pedro recebeu a admoestação, reconheceu seu erro e estendeu a mão para São Paulo, desarmando a todos os que tinham escandalizado com sua conduta.
São Paulo e São Barnabé permaneceram em Antioquia "com muitos outros", pregando o Evangelho, até o dia em que o primeiro propôs ao segundo que voltassem a visitar as cristandades por eles fundadas (At 15,36).
Surgiu então uma divergência entre os dois santos: São Barnabé queria levar de novo São Marcos. Contudo São Paulo se opôs, pois o jovem os havia abandonado sem explicações na Panfília. "Produziu-se certo dissentimento de sorte que eles se separaram um do outro" diz São Lucas (At 15,19). São Jerônimo assim comenta: "Paulo, mais severo, Barnabé, mais clemente. Cada um insiste no seu parecer. Seja como for, a discussão tem algo da humana fragilidade".4
São Barnabé partiu com João Marcos para a Selêucia, e São Paulo, levando consigo Silas, da igreja de Jerusalém (cf. 1Ped 5, 12), percorreu a Síria e a Cilícia nessa segunda viagem apostólica (At 15, 40).
O incidente com São Barnabé foi rapidamente esquecido tanto por São Paulo quanto por São Marcos. De tal modo que, mais adiante, estão novamente juntos, pois o Apóstolo escreveu a Timóteo: "Traze-me Marcos contigo, pois ele me é muito útil para o ministério" (2 Tim, 4,11).
A partir desse momento, São Barnabé não é mais citado nos Livros Santos, dando lugar a São Paulo.
Segundo antiga tradição, São Barnabé morreu em Chipre, em cuja capital (Salamina) seu corpo foi encontrado no ano de 488. Sua festa comemora-se a 11 de junho.
__________
Notas:
1. Les Petits Bollandistes, Saint Paul, Apôtre des Gentils et Martyr, Vies des Saints, Bloud et Barral, Paris, 1882, tomo VII, p. 469, nota 1.
2. Holzner, José, San Pablo, Heraldo de Cristo, Editorial Herder, Barcelona, 1946, p. 128.
3. "A política de distensão do Vaticano com os governos comunistas. Para a TFP: omitir-se? ou resistir?", in "Folha de S. Paulo", 10-4-1974.
4. Apud Pe. José Leite, Santos de Cada Dia, Editorial A.O., Braga, 1987, tomo II, p. 230.
 
Oferecido pela Revista Catolicismo

Reino de Maria


"O Reino de Maria – segundo explanam vários santos insignes, especialmente São Luís Maria Grignion de Montfort – é a plena vigência dos princípios do Evangelho na sociedade humana, espiritual e temporal".

(Fonte: "Um homem, uma obra, uma gesta – Homenagem das TFPs a Plinio Corrêa de Oliveira", Capítulo V, 30. Inauguração da atual sede do Conselho Nacional da TFP)

Nazismo e comunismo


[Há uma] questão religiosa que parece separar ambos os regimes. O nazismo tem deuses, e o comunismo é ateu.

Entre o ateísmo e o panteísmo, a distância será tão grande? Não demonstra a História que as épocas de maior incredulidade são ao mesmo tempo as de maior superstição?

Aliás, do que vale, como barreira ao ateísmo comunista (que tem tonalidades fortemente panteísta) o panteísmo nazista?

(Fonte: Legionário, N°. 348, 14 de maio de 1939)

terça-feira, 15 de novembro de 2011

sábado, 12 de novembro de 2011

Totalitarismo de mansinho


A pretexto de nos proteger, o Estado vai se imiscuindo cada vez mais em
nossas vidas, para nos dizer o que podemos fazer e o que não podemos. É
um socialismo totalitário que vai entrando de mansinho, sem precisar
para isso de revoluções sangrentas como a de 1917 na Rússia, nem de
ditaduras férreas como a de Hitler.

http://www.ipco.org.br/home/noticias/totalitarismo-de-mansinho

terça-feira, 8 de novembro de 2011

USP-ABSURDO

                                                                       Nosso ideal , esmurrar o comunismo porco!
Que absurdo aquele povo da USP , atrapalhando os outros a estudar depredando tudo. além do mais queimam nossa bandeira e a bandeira do seu próprio estado. que que o socialismo não faz? Fora comunas, não quiseram a PM a PM tah de parabéns por prender os maconheiros só por isso fizeram uma revolução na USP, tenha dó né...

Daqui a pouco tah cheio de arruaceiro , por todas a faculdades e escolas do país !! só o que me faltava. Sem noção tb é aquele povo protestando contra o capitalismo em New York sem cabimento, TRABALHA VAGABUNDO. TAH INSATISFEITO VAI PRA CUBA VENEZUELA CHINA CORÉIA DO NORTE. SOME!!!!