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terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Cade a TOLERÂNCIA?

Mais um vídeo que mostra a verdadeira face dos movimentos homossexuais! Até um homossexual esbravejou uma grande Blasfêmia "GOD IS DEAD" "DEUS ESTA MORTO", que Nossa Senhora os converta e nos proteja. Cristo VIVE e VENCE, Cristo Reina,Cristo Impera!

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

March for Life 2012-Mais um vídeo

Depois dizem que os jovens , a juventude em geral são todos pro-aborto mas vejo que a maioria demonstra ser contra. São a favor da vida!

Vídeo com a presença da verdadeira TFP

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

A 103 ANOS NASCIA DR. PLINIO CORRÊA DE OLIVEIRA !



O CRUZADO DO SÉC. XX

MINHA SINGELA HOMENAGEM AO FUNDADOR DA TFP. GRANDE LÍDER E PENSADOR CATÓLICO. OBRIGADO NOSSA SENHORA, OBRIGADO SANTÍSSIMA TRINDADE QUE SOIS UM SÓ DEUS, PELOS DONS E GRAÇAS QUE FORAM DERRAMADOS NA VIDA DO SR. DR. PLINIO, E PELAS GRAÇAS QUE SUA OBRA TEM ALCANÇADO O IPCO, E AS TFPS AO REDOR DO MUNDO, E AS QUE TEMOS ALCANÇADO TAMBÉM!"

"O sorriso dos céticos jamais interrompeu a marcha daqueles que têm Fé"
Plínio Corrêa de Oliveira

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Reino de Maria


"O Reino de Maria – segundo explanam vários santos insignes, especialmente São Luís Maria Grignion de Montfort – é a plena vigência dos princípios do Evangelho na sociedade humana, espiritual e temporal".

(Fonte: "Um homem, uma obra, uma gesta – Homenagem das TFPs a Plinio Corrêa de Oliveira", Capítulo V, 30. Inauguração da atual sede do Conselho Nacional da TFP)

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Acampamento da TFP nos EUA(vídeo)

Acampamento da TFP nos EUA(vídeo)


Acampamento da TFP nos EUA, se aqui o IPCO faz e mto bem Imagine por lá !
Excelente para adolescentes e jovens!

O caráter militante do católico: prova de sua autenticidade


Diante dos erros que no início dos anos 30 começavam a minar os ambientes católicos, Plinio Corrêa de Oliveira passou a orientar a opinião católica no sentido de ressaltar o caráter militante da Igreja como condição necessária para o exercício do verdadeiro apostolado
Juan Gonzalo Larrain Campbell
O reitor da grande mesquita de Paris, Si Hamza Boubakeur, tido como “moderado”, afirmou: “Após ter durante séculos exagerado, tornado pesado e deformado o culto verdadeiro devido a Deus, os cristãos se mostram agora entusiasmados iconoclastas. [...] Seus altares estão mais ‘limpos’, mais simples, e as paredes das igrejas ficaram livres das imagens”. Em consequência dessas transformações ele diz sentir-se animado a um diálogo, porque a “Igreja cede cada vez mais, pensando erroneamente que se pode de modo impune e por razões efêmeras, ceder em detalhes sem ‘violar’ as leis eternas de Deus. Em verdade, alguns daqueles que a Igreja chamava outrora ‘soldados de Deus’, tornaram-se desertores [...]. Pois bem, nós muçulmanos não pretendemos ceder em nada em matéria de dogma e de práticas religiosas”.1

A catedral de Tóquio é um triste exemplo do que afirmava o lider muçulmano de Paris Si Hamza Boubakeur (à dir. na foto): “os cristãos se mostram agora entusiasmados iconoclastas. [...] Seus altares estão mais ‘limpos’, mais simples, e as paredes das igrejas ficaram livres das imagens”. Em consequência dessas transformações ele diz sentir-se animado a um diálogo, pois os cristãos estão prontos a “ceder em detalhes sem ‘violar’ as leis eternas de Deus”

Por sua vez, um “teólogo” muçulmano declarou: “Se os ‘vossos’ [os ocidentais] e vós tendes respeito pelo nosso modo de pensar e por nossa religião, é porque ela vos domina, e porque vós careceis de confiança na vossa. [...] Pois bem, para nós não pode existir neste terreno nenhuma ambigüidade. [...] Quando duas religiões se enfrentam, não é para se compararem e trocarem saudações, senão para combaterem-se uma à outra. É por isto que jamais ouvireis dizer que nós respeitamos vossa religião. [...] De vossa parte, esse respeito a nossa religião parece uma abdicação: Vós renunciais a impor-nos a vossa fé, mas nós jamais renunciaremos a expandir o Islã”.2
Frases insolentes? Sem dúvida. Falsas? Infelizmente, não.
Ante nossos olhos está patente — e devidamente documentada na edição de Catolicismo de agosto de 1994 — a verdadeira invasão da Europa por mais de 20 milhões de muçulmanos; invasão que de lá para cá não tem feito senão crescer.
A pergunta que salta aos olhos é: como se chegou a isto? Qual a gênese desta dramática deserção do mundo católico? É o que passamos a responder no limitado espaço deste artigo.

A Igreja Militante e Triunfante (detalhe) – Andrea di Bonaiuto, séc. XIV. “Capela Espanhola”, Santa Maria Novella, Florença, Itália.

Até a década de 30, a atitude da Igreja – isto é, do conjunto de sua Hierarquia encabeçada pelo Santo Padre e da totalidade de seus ensinamentos – era de militância face aos revolucionários.3 Entre estes se destacavam o comunismo com todos os seus matizes, e a heresia modernista, condenada pelo Papa São Pio X em 1907 e renascida das cinzas com o nome de progressismo.
A posição militante dos católicos constituía um dos maiores obstáculos à Revolução gnóstica e igualitária em seu desígnio de conquistar o maior número de adeptos.
Para a remoção de tal obstáculo importava modificar a mentalidade dos católicos, para que abandonassem essa posição de integridade e fossem apertar a mão convidativa à colaboração que traiçoeiramente os revolucionários lhes estendiam.
E um dos pontos mais sensíveis para essa modificação consistia em ir eliminando muito sutilmente da consciência dos católicos a noção do caráter militante da Igreja e de seus membros.
Percebendo essa manobra revolucionária desde o seu nascedouro, na remota década de 1930, o Prof. Plinio Corrêa de Oliveira insistiu incontáveis vezes nas páginas do Legionário sobre o caráter militante de que deve se revestir todo verdadeiro filho da Igreja.
Passaremos a ilustrar, com alguns de seus muitos textos, um aspecto essencial da missão verdadeiramente profética do Prof. Plinio Corrêa de Oliveira4: a de orientar, como leigo, a opinião católica para evitar que esta se desviasse do caminho que a Igreja tinha seguido até então nessa matéria.
Ser cristão não é só ser um crente, é ser soldado
Já quando se iniciavam os preparativos para a formação da Constituinte de 1933, Dr. Plinio traçava o plano de luta que os católicos deviam seguir, defendendo assim o caráter militante da Igreja contra a moleza insidiosamente soprada em certos círculos pré-progressistas:
“Ser cristão não é só ser um crente, é ser também um soldado. É saber descer à arena da luta de opiniões, ostentando com firmeza nossos princípios. É não ter medo de adquirir inimizades, se for necessário. É não ter medo de atrair sobre si antipatias. É, em suma, sacrificar-se”.5
Preservar os filhos da luz das infiltrações do erro
A avalanche de informações falsas dos acontecimentos mundiais despejada pela mídia sobre a opinião católica produzia nesta uma noção viciada dos problemas contemporâneos. Ante esse fenômeno morboso o Prof. Plinio Corrêa de Oliveira definia em 1935 a missão do “Legionário”, que não era senão a assumida por ele mesmo durante toda a vida:
“No entanto, é necessário que não percamos de vista que a principal finalidade do ‘O Legionário’ é de orientar a opinião dos que já são católicos. E estamos certos de que, realizando esta obra, ela preencherá uma verdadeira lacuna. Realmente, a falta de instrução religiosa em nosso povo é imensa. E como conseqüência, muita gente há que, recebendo as informações sobre o que se passa no mundo inteiro através dos jornais diários, adquire uma noção inteiramente viciada de todos os grandes problemas contemporâneos. Assim, a maioria dos católicos ingere sem antídotos todos os venenos que lhe são ministrados pela imprensa quotidiana”.
E prosseguia, alertando os católicos sobre a necessidade da energia apostólica contra o mal, provando que esta não fere a caridade: “Ora, se é certo que é com mel que se caçam moscas, é com cercas de arame farpado que se devem cercar os campos onde não se quer que penetre o lobo devorador.
“Não quer isto dizer que devamos infringir os gravíssimos deveres que nos são impostos pela caridade. Há uma certa forma de ser caridoso e severo, que nos faz alvejar o erro ou o vício, sem atingir quem erra ou quem peca, ou melhor, levando ao pecador o mais ardente de nosso afeto fraternal, o mais delicado de nosso carinho em Cristo”.6
Erram os que condenam as manifestações vigorosas da fé
Comentário de Dr. Plinio sobre a destemida atuação do Beato Pio IX: “Erram os que condenam as manifestações vigorosas da fé, e que julgam imprudente e contraproducente qualquer gesto de energia e de vigor combativo, dos filhos da Luz contra os filhos das Trevas”

Um dos principais erros que se esgueiravam através do progressismo consistia na difusão implícita ou explícita da idéia de que era inoperante afirmar de modo vigoroso e destemido as verdades da fé e condenar energicamente os erros opostos à doutrina da Igreja. E que, em conseqüência, só era eficaz a tática das concessões e do sorriso permanente em relação aos infiéis.
O insigne líder católico sustentava o contrário dessa concepção errônea, servindo-se do exemplo de energia do Beato Pio IX ao decidir atuar no Concilio Vaticano I, apesar das oposições:
“Em primeiro lugar, todos os católicos militantes deram sua adesão incondicional. No seio do povo, as verdades definidas pela Igreja foram aceitas graças ao vigor com que a Igreja as promulgara. Até nos círculos intelectuais, o vigor com que agira o Papa lhe atraiu o respeito geral, e todo o mundo começou a respeitar e se interessar por uma Igreja dotada de tal vitalidade”.
E acrescentava: “Evidentemente, ninguém pode negar o alcance deste acontecimento histórico. Erram os que condenam as manifestações vigorosas da Fé, e que julgam imprudente e contraproducente qualquer gesto de energia e de vigor combativo, dos filhos da Luz contra os filhos das Trevas”.7
Apostolado: só na base a sorrisos e carícias?
Em artigo publicado uma semana depois, o destemido articulista atacava uma vez mais o erro contido na afirmação de que a tática do sorriso era a única solução válida no apostolado:
“Erram os que supõem ser o apostolado viável unicamente por meio de sorrisos e carícias. É certo, certíssimo, incontestável, que ele não pode ser feito a não ser com caridade. Mas que a caridade consiste em ostentar para gregos e troianos, filhos da luz e filhos das trevas, pecadores arrependidos como a Madalena ou impenitentes como os fariseus e os mercadores do Templo, o mesmo semblante perpetuamente desanuviado e inexpressivamente risonho, é errar gravemente. Errar, não apenas porque não é este o ensinamento da Santa Igreja, que armou contra os mouros as cruzadas, e instituiu contra os hereges o Santo Ofício romano e as fulminações das penas canônicas, mas ainda porque é colidir com os ensinamentos dos Santos Evangelhos que, se de um lado, nos mostram o Salvador afável e misericordioso para com os pecadores que queria atrair a Si, também O mostram inexorável e terrível para com os pecadores que se mantinham obstinados na impenitência”.8
Arrancar a máscara: primeira obra de apostolado
Defendendo os católicos contra os artifícios dos hereges, o Prof. Plinio Corrêa de Oliveira sustenta que arrancar-lhes a máscara é a primeira obra de apostolado:
“Deste artifício dos hereges, temos um precioso ensinamento a tirar. Evidentemente, temem eles levantar a máscara, e atacar diretamente a Igreja. E a razão está em que eles estão bem persuadidos de que, se atacarem a Igreja, ninguém dentre os católicos deles se acercará.
“Assim, se não queremos que os católicos deles se acerquem, devemos evidentemente tomar a iniciativa de lhes arrancar a máscara, e, em todos os trabalhos que fizermos contra a heresia, tratar de declarar logo de início que se trata de erro incompatível com a doutrina da Igreja. [...]
“Assim, pois, arrancar a máscara é, para nós, a primeira obra de apostolado. Realmente, do que no Brasil se deve cuidar, não é de que a heresia seja um problema resolvido, mas de que ela não venha a se tornar problema.
“Nossa luta ainda é sobretudo preventiva. E, assim, sem prejuízo de utilização de outros meios de luta, o desmascaramento do adversário deve ser nossa principal preocupação”.9
A mania de condescender dilata os espaços da dúvida
Plinio Corrêa de Oliveira: “Não tratemos os lobos como ovelhas perdidas”

A relativização das verdades da doutrina católica é inerente aos católicos “pacifistas” opostos ao caráter militante da Igreja, que introduzem na mentalidade dos fiéis o espírito de dúvida. Este erro foi também denunciado por Dr. Plinio:
“Evidentemente, essa vacilação, em um verdadeiro católico, não se pode referir a certas verdades já irretorquivelmente definidas pela Igreja. Mas há um sem número de aplicações práticas de princípios, ou de deduções doutrinárias a respeito de princípios já definidos, em que essa fraqueza se manifesta. Em lugar de se procurar, na utilização doutrinária ou prática dos princípios a verdade, toda a verdade, e só a verdade, as reflexões feitas a este respeito se deixam imbuir mais ou menos pela preocupação de condescender com os erros do século. E, assim, em vez de procurar tirar do tesouro das verdades católicas todos os frutos de ordem intelectual e moral que contêm, procura-se saber mais o que pode ser rotulado como discutível e portanto como matéria livre, do que o que pode ser rotulado como verdadeiro, e portanto como matéria certa.
“Em outros termos, a mania invariável de condescender leva muita gente a procurar dilatar os espaços intelectuais reservados à dúvida. Em presença de uma afirmação deduzida da doutrina católica, a pergunta deveria ser esta: posso incorporar mais essa riqueza ao patrimônio de minhas convicções? Não, em geral é esta outra: que razões posso descobrir, para duvidar também disto?”10
Flagelar, denunciar e fulminar como Nosso Senhor
No artigo intitulado “Não tratemos aos lobos como ovelhas perdidas”, Dr. Plinio prossegue sua denúncia contra as tendências dialogantes que viam na doçura o único meio de apostolado. Assim, contra a deformação sentimental da figura de Nosso Senhor Jesus Cristo propalada nos meios da Ação Católica, escrevia ele:
“E compreendamos enfim que a imitação de Nosso Senhor Jesus Cristo por nós só será perfeita no dia em que soubermos, não apenas perdoar, consolar e afagar, mas ainda no dia em que soubermos flagelar, denunciar e fulminar como Nosso Senhor.
“Há muitos católicos que consideram os episódios do Evangelho em que aparece o santo furor do Messias contra a ignomínia e a perfídia dos fariseus como coisas indignas de imitação. É ao menos o que se depreende do modo como eles consideram o apostolado. Falam sempre em doçura e procuram sempre imitar essa virtude de Nosso Senhor. Que Deus os abençoe por isto. Mas, por que não procuram eles imitar as outras virtudes de Nosso Senhor?

Prof. Plinio Corrêa de Oliveira

“Muito frequentemente, quando se propõe em matéria de apostolado um ato de energia qualquer, a resposta invariável é de que é preciso proceder com muita brandura ‘a fim de não afastar ainda mais os transviados’. Poder-se-á sustentar que os atos de energia têm sempre o invariável efeito de ‘afastar ainda mais os transviados’? Poder-se-ia sustentar que Nosso Senhor, quando dirigiu aos fariseus suas invectivas candentes, fê-lo com a intenção de ‘afastar ainda mais aqueles transviados’? Ou porventura se deveria supor que Nosso Senhor não sabia, ou não se preocupava com o efeito ‘catastrófico’ que suas palavras causariam aos fariseus? Quem ousaria admitir tal blasfêmia contra a Sabedoria Encarnada, que foi Nosso Senhor?
“Deus nos livre de preconizar o uso de energia e dos processos violentos como único remédio para as almas. Deus nos livre também, entretanto, de proscrever estes remédios heróicos de nossos processos de apostolado. Há circunstâncias em que se deve ser suave e circunstâncias em que se deve ser santamente violento. Ser suave quando as circunstâncias exigem violência, ou ser violento quando as circunstâncias exigem suavidade, há nisto sempre um grave mal”.
No mesmo artigo, sempre mostrando os aspectos de Nosso Senhor ocultados em certos meios da Ação Católica, o articulista orientava os fiéis para que não se deixassem arrastar por esse espírito oposto à doutrina da Igreja:
“Nosso Senhor não nos fala somente em ovelhas perdidas que o Pastor vai buscar pacientemente no fundo dos abismos, ensangüentadas pelos espinhos em que lamentavelmente se feriram. Nosso Senhor nos fala também em lobos rapaces, que circundam constantemente o redil, à espreita de uma ocasião para nele se introduzirem disfarçados com peles de ovelhas. Ora, se é admirável o Pastor que sabe carregar aos ombros com ternura a ovelha perdida; o que dizer do Pastor que abandona suas ovelhas fiéis para ir buscar ao longe um lobo disfarçado em ovelha, que toma o lobo aos ombros amorosamente, abre ele próprio as portas do redil, e com suas mãos pastorais coloca entre as ovelhas o lobo voraz?”11
O catolicismo apresentado sem sacrílegas maquiagens
Combatendo as tendências e doutrinas daqueles que propugnavam a adaptação da Igreja ao mundo, Dr. Plinio insistia:
“Assim, a franqueza apostólica foi sempre uma regra fundamental de todo proselitismo católico. Excetuadas certas situações especialíssimas, o interesse da Igreja consiste em fazer com que seus arautos a proclamem sem desfiguramentos, sem diluições, sem covardes adaptações ao espírito da época.
“Se em todos os tempos esta foi a regra, hoje, mais do que nunca esta atitude se impõe. Ela já não constitui só um ato de elementar coerência com nossos princípios, mas medida de soberana sabedoria estratégica. Saibam-no todos os maníacos de ‘adaptações ao sabor da época’: vivemos em uma era de radicalismo, e a adaptação de nossos processos de propaganda à época consiste em mostrar o catolicismo em sua expressão mais radical, despido das sacrílegas maquillages com que muita gente gostaria de desfigurar a sua fisionomia.”12
Perdão e a misericórdia, sim; estupidez e cretinice, não
Santa Joana d’Arc, não fechou o Evangelho quando partiu em guerra para a libertação de sua Pátria, mas cumpriu um altíssimo dever evangélico quando o fez

Refutando um jornalista nazistóide que negava sutilmente o caráter militante do Evangelho, insinuando que este só ensinava o perdão e a misericórdia, Dr. Plinio atacava uma vez mais a unilateralidade com que a doutrina católica era apresentada:
“A doutrina de Nosso Senhor Jesus Cristo prega certamente o perdão e a misericórdia, mas não prega a cretinice. Quando um adversário investe contra nós para nos roubar os maiores bens da alma e do corpo, é para nós um direito sagrado, a defesa, e mais do que isto constitui um grave e imperioso dever. Assim, os cruzados, por exemplo, não duvidaram em efundir sangue sarraceno para libertar o Santo Sepulcro e as Cristandades do Oriente. A Inquisição não duvidou em acender fogueiras para defender a fé e a civilização... e tanto não duvidou, que até passou consideravelmente da conta e dos limites. E quantos outros casos análogos não poderíamos citar! Santa Joana d'Arc, por exemplo, não fechou o Evangelho quando partiu em guerra para a libertação de sua Pátria, mas cumpriu um altíssimo dever evangélico quando o fez. O que pensa, pois, nosso jornalista de tudo isto?
“Querem saber o que provavelmente pensa? Terá tido um calafrio lendo o que dissemos, e terá pensado que somos muito atrasados, porque Religião não é cruzada, nem Santa Joana d'Arc. Religião é... doçura... ou seja imbecilidade!
“Religião é doçura, sim. Mas só é doçura nos casos em que a doçura não se confunde com estupidez”.13
*    *    *
Concluímos constatando que foi a perda da militância e a conseqüente condescendência para com o erro, o que levou os inimigos externos e internos da Igreja a desafiá-la insolentemente; ou pior, a deformar os meios católicos por dentro.
Se a mentalidade “pacifista”, “dialogante”, entreguista, emoliente e desertora logrou penetrar em tantos meios católicos a partir de amplos setores da Ação Católica, tal não se deveu à falta de insistência do Prof. Plinio Corrêa de Oliveira. Ele apontou a militância como condição de autêntica catolicidade, doutrina que ele ensinou e incentivou por todos os meios ao seu alcance até o fim de sua vida.
A responsabilidade pelas apocalípticas defecções dos católicos perante a Revolução – algumas delas produzindo frutos que estão descritos nas frases dos seguidores de Maomé, citadas no início deste artigo – se deve ao espírito igualitário, liberal, acomodatício e oportunista, numa palavra revolucionário, assumido por incontáveis eclesiásticos e leigos de todo o mundo a partir dos anos 30.
Catolicismo deposita sua total confiança no poderoso auxílio de Nossa Senhora, a fim de que, sejam quais forem as circunstâncias, jamais nos arredemos do caminho encetado pelo Prof. Plinio Corrêa de Oliveira, que contra o insidioso espírito dos espúrios compromissos afirmava em 1944:
“Se Deus quiser, a política do ‘Legionário’ continuará sempre a mesma [...] fazendo pactos só com Deus, seus anjos e seus santos, desprezando pois, inteiramente, todos os sofismas que o levariam a manchar a pureza imaculada da doutrina católica”.14
_________
Notas:
1. Traité moderne de théologie islamique, Cheik Si Hamza Boubakeur, in Augier Pierre, Dialoguer avec l’Islam?, Centro Montauriol, IV Congresso de Peregrinações a Lourdes, pp. 27 e ss.
2. Bruno Etienne, L’Islamisme radical, Hachette, Paris, 1987, pp. 22-23.
3. Empregamos a palavra Revolução e revolucionário no sentido que lhes atribui Plinio Corrêa de Oliveira em seu livro Revolução e Contra-Revolução.
4. Sobre o profetismo no Novo Testamento, cfr. Juan Gonzalo Larrain Campbell em: Plinio Corrêa de Oliveira: Previsiones y Denuncias em defensa de la Iglesia y de la civilización cristiana (Petrus Editora, rua Visconde de Taunay, 363, Bom Retiro – 01132-000 – São Paulo – SP – pp. 197-202).
5. Nossas reivindicações políticas, “Legionário” no. 74, de 8 de fevereiro de 1931.
6. Ofensiva?, “Legionário” no. 181, de 29 de setembro de 1935.
7. A estratégia apostólica de Pio IX, “Legionário” no. 326, de 11 de dezembro de 1938.
8. A estratégia apostólica de Leão XIII, “Legionário” no. 327, de 18 de dezembro de 1938.
9. Desmascarar, “Legionário” no. 446, de 30 de março de 1941.
10. Nós também... “Legionário’” no. 448, de 13 de abril de 1941.
11. Não tratemos os lobos como ovelhas perdidas, “Legionário” no. 472, de 28 de setembro de 1941.
12. Arautos do Divino Rei, “Legionário” no. 478, de 9 de novembro de 1941.
13. 7 dias em revista, “Legionário” no. 534, de 1º. de novembro de 1942.
14. O discurso de Churchill, “Legionário” no. 617, de 4 de junho de 1944.
N.B.: Os negritos que figuram neste artigo são nossos.

sábado, 30 de julho de 2011

Rejecting Socialism(Rejeitando o socialismo!)

Campanhas da TFP norte-americana contra o socialismo e suas práticas, e ataques de um elemento,contra os caravanistas, mas com o apoio de vários! Viva a TFP,viva o IPCO que Nossa Senhora os ajude na luta contra revolucionária! Que possam haver sempre pessoas dispostas a lutar contra a revolução!

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Mais de 300 pessoas na conferência de Dom Luiz Gonzaga Bergonzini contra o aborto, promovida pelo Instituto Plinio Corrêa de Oliveira

Edson Carlos de Oliveira

Conferência de Dom Luiz Gonzaga Bergonzini promovida pelo Instituto Plinio Corrêa de Oliveira
O Instituto Plinio Corrêa de Oliveira promoveu, na noite do último dia 20 de junho, a conferência de Dom Luiz Gonzaga Bergonzini, bispo de Guarulhos (SP), sobre o tema “A cultura da vida contra a cultura da morte”.
O evento contou com a presença de diversos padres, religiosos, seminaristas, líderes de movimentos pró-vida, cientistas e professores, numa plateia composta por mais de 300 pessoas no auditório do Colégio e Faculdade São Bento, centro da capital paulista. A conferência teve transmissão ao vivo pela internet e o vídeo, já disponível, foi assistido por mais de 700 pessoas.
Fizeram parte da mesa diretora Dr. Adolpho Lindenberg, presidente do Instituto Plinio Corrêa de Oliveira, o Príncipe Imperial Dom Bertrand de Orleans e Bragança, diretor do Movimento Paz no Campo, Dom Mathias Tolentino, Abade do Mosteiro de São Bento, e o conferencista Dom Luiz Gonzaga Bergonzini.
Dr. Adolpho Lindenberg iniciou o evento fazendo uma sucinta apresentação do palestrante, já tão bem conhecido do público brasileiro por causa da polêmica sobre o aborto durante o último pleito eleitoral e pela promoção da Campanha São Paulo Pela Vida, uma petição para mudar a Constitutição do Estado de São Paulo, em defesa da vida e contra o aborto!
“A paz de Cristo não é uma ausência de guerra”

Dom Bergonzini começou explicando que a paz que Nosso Senhor Jesus Cristo nos dá, não significa ausência de guerras ou de problemas, mas trata-se da paz de quem está em ordem com Deus. “É impossível estar de bem com o próximo se não estamos de bem com Deus”, disse o prelado, argumentando em seguida que é essa paz que deve nortear as nossas ações.
A Igreja e a política – “Nossa Lei é o Evangelho”
Para Dom Bergonzini, o problema dos partidos políticos é que “ao invés de procurarem proporcionar o bem comum, promovem o bem do partido. Devemos distinguir partido político de política. Todo ser humano é político! (…) Até uma criança é política. Está na natureza humana. A Igreja não tem o direito de fazer política? A Igreja tem o dever de fazer! Como cidadão eu tenho o direito e como bispo, como cristão, eu tenho o dever de fazer política, dever de ser político. Não partidário. Não seguidor de uma sigla. No nosso partido, o chefe é Jesus Cristo e a nossa arma, nossa lei, é o Evangelho!”
“A Igreja Católica, como defensora do Evangelho, tem o direito de orientar seus fiéis segundo seus preceitos: orientando-os, mostrando onde estão os erros, não tendo receio de apontar as falhas… não se acomodar. Infelizmente, muitas vezes, nós nos acomodamos”, lamentou o bispo.
Sobre o mandamento divino “ide e ensinai”, Dom Bergonzini explica que Nosso Senhor não se refere somente às verdades da Fé, mas a “tudo aquilo que se relaciona com a Fé. Ensinar o que é certo, condenar aquilo que está errado, advertir a pessoa que erra, procurar corrigi-las” e cita textualmente um pronunciamento de Bento XVI: “quando os direitos fundamentais da pessoa ou a salvação das almas o exigirem, os pastores tem um grave dever de emitir um juízo moral, mesmo em matérias políticas.”
“Seja a vossa linguagem sim, sim; não, não” (São Mateus 5, 37)
“O correto é sim, sim e não, não! Não existem meias verdades. Ou é verdade ou não é”, afirmou o prelado, ressaltando a necessidade de ser caridoso para com os que erram, dando oportunidade para se corrigirem, mas, quando preciso, é “oportuno que nós imitemos Jesus Cristo que expulsou os vendilhões do templo”.
Aborto
Dom Bergonzini foi taxativo sobre a luta contra o aborto: “a defesa da vida, a defesa do nascituro, é um dever do cristão!”
“Nenhuma gravidez – continuou – é passível de aborto, nenhuma. Uma vez que existe vida, ela pertence a Deus e só Ele pode tirá-la”.
Quando pediram a ele um melhor desenvolvimento sobre as penas canônicas que envolvem o aborto, o bispo resumiu em uma única palavra: excomunhão! Acrescentando que excomunhão significa estar fora da comunhão da Igreja, à qual se pode voltar pelo arrependimento e pedido de perdão.
A polêmica sobre o aborto na última eleição
“Dilma defendeu o aborto quando candidata, ela dizia que era um atraso para o Brasil não liberar o aborto. Depois do primeiro turno, onde ela contava com uma vitória que não veio, ela mudou o discurso. Então foi a Aparecida, pegou no terço – e não sabia o que fazer com ele -, nem mesmo o sinal da cruz soube fazer. Ela quis usar a Igreja”.
“Eu me lembro… Quantas e quantas vezes nas eleições a gente ouvia, e eu fazia isso no passado: ‘Escolham bem seus candidatos. Votem em pessoas honestas’. Só que o povo não sabe quem é quem! Então resolvi dar nome aos bois. E se na época da eleição eu não tivesse colocado o nome da então candidata Dilma Rousseff no artigo que escrevi [e que provocou toda essa polêmica], não teria acontecido nada em relação ao aborto. Sou jornalista e sei disso! Apanhei bastante, mas bati mais ainda que apanhei”.
Perguntas da plateia – Omissão do episcopado
No final, muitos dos presentes encaminharam perguntas ao palestrante. Muitas delas eram referentes à omissão de parte do episcopado que não acompanhou a atitude corajosa  de D. Bergonzini, pronunciando-se sobre a questão.
“Infelizmente – disse o bispo – temos que admitir que há eclesiásticos que não comungam com o nosso pensamento. Não sei como é que eles vão responder isso diante de Deus. Precisamos abrir a boca e falar, a omissão é um dos grandes pecados do mundo”.
Criminalização da homofobia e perseguição religiosa
Perguntado se o PLC 122 (“lei da homofobia”) vai acarretar uma perseguição religiosa aos cristãos brasileiros e qual a nossa obrigação de católicos diante disso, Dom Bergonzini respondeu: “estão pensando em penalizar as pessoas que falam contra o homossexualismo, mas onde fica a liberdade de expressão que é um direito que todos nós temos? O projeto [PLC 122/2006] inclusive visa até prender quem falar contra, mas eu não tenho medo de ser preso. Eu não vou deixar de falar o evangelho por causa de cadeia. Nós devemos ter coragem de enfrentar esse problema. (…) Devemos enfrentar com coragem e colocar o caso nas mãos de Deus. Nós podemos perder, mas Ele deve ganhar!”
Quando questionado sobre a possibilidade de uma perseguição forte ao cristianismo, o bispo de Guarulhos disse: “Existe! Mas essa perseguição não vai derrotar a Igreja. Nunca. ‘As portas do inferno não prevalecerão sobre Ela’”.
Sobre o valor que a CNBB tem hoje para a Igreja, Dom Bergonzini afirmou categoricamente: “a CNBB não tem autoridade nenhuma sobre o bispo diocesano, ela é um órgão que seria de consulta, esclarecimento, de ajuda, de subsidio aos bispos, não tem autoridade nenhuma para dizer ao bispo ‘faça isso’ ou ‘não faça aquilo’. O único superior que um bispo tem, o meu superior direto, é o papa! Eu não posso admitir que outro bispo venha mandar em minha diocese”.

Da direita para a esquerda: Príncipe Imperial Dom Bertrand de Orleans e Bragança, Dom Luiz Gonzaga Bergonzini, Dr. Adolpho Lindenberg e Dom Mathias Tolentino, Abade do Mosteiro de São Bento.
Palavras de agradecimento do presidente do Instituto Plinio Corrêa de Oliveira
Após o término da palestra, Dr. Adolpho Lindenberg pronunciou algumas palavras de agradecimento e quis salientar que o “silêncio diante dos atentados à Lei de Deus é um pecado, quer na política, quer na nossa vida diária, e todos os responsáveis por movimentos paroquiais, padres e religiosos têm a obrigação moral de combater o aborto. Não podem ficar em silêncio. Não é assistir aos atentados, é tomar a iniciativa do ataque”.
O presidente do Instituto Plinio Corrêa de Oliveira lembrou ainda de uma conversa recente que teve com Dom Bergonzini na qual este dizia que estamos em uma luta de Davi contra Golias. “As ONGs, a Unesco, a mídia, políticos formam um bloco maciço difícil de se opor. Mas se conseguirmos uma mobilização dos movimentos católicos contra o aborto, aí nós poderemos vencer essa monstruosidade que está nos ameaçando”, afirmou Lindenberg.
Dr. Adolpho também quis ressaltar um ponto importante da palestra do bispo de Guarulhos: “é a relação dos entorpecentes com a cultura da morte. A eutanásia, o aborto e os entorpecentes formam uma só família: a família da morte”. E terminou com um pedido a Dom Bergonzini para que ele promova a mobilização dos bispos nessa campanha.
Encerrado o evento com a recitação de uma Ave-Maria e a bênção de Dom Luiz Gonzaga Bergonzini e do Abade Dom Mathias, todos os presentes foram convidados para um cocktail onde a conversa continuou animada por bem mais de uma hora.
Outras fotos:

Prof. Hermes Rodrigues Nery e Dra. Alice Teixeira

Animado cocktail: conversa entre os participantes do evento continuou por bem mais de uma hora.
fonte IPCO

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Amplia-se a prática da castidade


Na juventude africana cresce o compromisso de praticar a castidade até o casamento
A grande mídia, habitualmente empenhada na corrupção moral, vem ocultando a existência de um grande filão de jovens que opta pela castidade em lugar do pecado da carne. As notícias abaixo nos apresentam dados muito esclarecedores sobre a opção dos adolescentes nos Estados Unidos, na África e nas Filipinas. Vamos a elas.
* * *
Pesquisa realizada com jovens de 13 a 18 anos nos Estados Unidos mostrou que a maioria deles (61%) quer permanecer virgem até o casamento.
Realizada entre agosto e outubro de 2010 pelos Drs. Rene Paulson e Jacquelyn Pennings sob os auspícios da organização OneHope, 5.108 jovens participaram da pesquisa.
Em comunicado de imprensa, a OneHope comentou que os resultados foram “surpreendentes”, dada a elevada exposição dos adolescentes ao conteúdo sexualmente explícito da mídia.
A pesquisa abrange uma vastidão de assuntos que não é o caso de tratar aqui. Alguns deles, entretanto, tem relação com o tema que nos ocupa:
 57% acreditam que, se forem boas pessoas e fizerem boas obras, irão para o Céu.
 82% acreditam que Deus instituiu o casamento para durar toda a vida.
 Apenas 16% acham que a relação sexual entre duas pessoas não casadas é moralmente aceitável.
 79% nunca tiveram relação sexual.
 84 e 87% respectivamente disseram que não tinham visto um filme pornográfico ou lido uma revista do mesmo nível.(1)
* * *
O número de jovens africanos que se comprometeram a praticar a “pureza bíblica” – abstinência sexual até o casamento – coordenados pela associação True Love Waits Internacional (Aguardando o Amor Verdadeiro) sobe a mais de 959 mil desde o lançamento da campanha no verão de 2007.
Além disso, quase 46 mil adultos casados fizeram o compromisso de fidelidade.
De abril a outubro de 2010, o total de compromissos cresceu em mais de 70 mil entre jovens africanos.
Nas Filipinas, 22 mil estudantes entre 15 e 24 anos assinaram análogo compromisso no ano passado, depois de passar por cursos de formação.
“Estamos muito perto de ter um milhão de jovens na África fazendo documentados compromissos de pureza bíblica, o que será um marco incrível”, disse Jimmy Hester, co-fundador da True Love Waits (www.truelovewaits.com).
“Em um continente devastado pela Aids, esses compromissos africanos tem consequências literalmente de vida ou morte”, disse Hester.
Durante uma apresentação na Zâmbia, uma mocinha se levantou e disse: “True Love Waits é um bom programa. Temo-nos beneficiado e nossas vidas mudaram para melhor”.
“Há muito mais pedidos e espero que sejamos capazes de atendê-los”, disse Sharon Pumpelly, principal consultor da True Love Waits International.(2)
* * *
Apesar de haver tanta abertura na juventude para a prática da castidade, os meios de comunicação em geral e grande número de governos insistem em propagar a corrupção moral nas televisões, nas escolas e por toda parte. Esse é um fator de calamidade social, de perda de inúmeras almas e de grave ofensa ao Criador, que só pode fazer Nossa Senhora chorar.
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Notas:
1. Cfr. A maioria dos jovens americanos deseja manter a virgindade até o casamento, in LifeSiteNews, 9-2-11: http://www.lifesitenews.com/news/most-us-teens-want-to-be-virgins-when-they-marry/.
2. Cfr. Quase um milhão de jovens africanos comprometem-se com a abstinência sexual, in Christian Telegraph, 7-2-11: http://www.christiantelegraph.com/issue12191.html.

FontE :IPCO

quarta-feira, 30 de março de 2011

8º Acampamento da Ação Jovem em prol da Juventude!

 

A juventude não foi feita para o prazer, mas sim para o heroísmo!



Enquanto grande parte do Brasil se chafurda no lamaçal de imoralidade do Carnaval, 46 jovens reuniram-se para uma semana de estudos, oração e lazer, no 8º Acampamento da Ação Jovem pela Terra de Santa Cruz, entre os dias 4 e 8 de março, numa fazenda colonial de Campos, no Norte Fluminense. Eles eram provenientes dos estados: Ceará, Distrito Federal, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro e São Paulo.



O leitmotiv deste acampamento foi o Brasil, sua história e sua vocação. As palestras versaram sobre temas como D.Vital, a expulsão dos protestantes holandeses, Guerra de Canudos, Plínio Corrêa de Oliveira e sua obra, etc. Complementando o aspecto político-social, ainda uma reunião sobre um tema fundamental: devoção a Nossa Senhora, virtude e oração.





Para ilustrar a teoria, sobre o Brasil profundo, os jovens visitaram uma casa senhorial que pertenceu ao Visconde de Araruama, na cidade vizinha de Quissamã, e onde estiveram D.Pedro II, Princesa Isabel e outras grandes personalidades. O tônus aristocrático do Brasil foi bastante sentido.



Nesse mesmo dia assistiram missa na igreja, Imaculado Coração de Maria, em Cardoso Moreira, RJ, celebrada pelo Revmo. Pe. David Francisquini no rito tradicional, São Pio V, que com muito gosto ministrou também o sacramento da penitência.




Nos dias decorrentes houve jogos diversos, proporcionando sadio lazer. Todas as noites tinham programas mais leves, como teatros e projeções audiovisuais, ajudavam a sedimentar os ensinamentos do dia.








Como de costume, houve a recitação do Terço e o Ofício em honra a Nossa Senhora.









Para fechar em grande estilo, tiveram-se os tradicionais jogos e banquete medievais. Como lembrança do evento, os jovens receberam uma imagem de N.Sra. das Graças e o livro “O Idealismo”, com excertos do pensamento de Plínio Corrêa de Oliveira.


Os organizadores agradecem primeiramente a Nossa Senhora por tão abençoado e bem-sucedido acampamento da Ação Jovem, e também ao grande número de amigos que deram sua generosa contribuição para ser possível tal apostolado com a nossa juventude.







terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Grupo homossexual da Bahia tenta atrapalhar caravana católica, mas não consegue…

Salvador, 1 de Fevereiro de 2011.
Prezados Participantes,
Tenho a alegria de informar que, chegando perto do fim da Caravana, já atingimos todas nossas metas, e nosso roteiro foi cumprido! Graças a quem?
Graças a Deus e à Santíssima Virgem, em primeiríssimo lugar. Em segundo lugar, àqueles que rezaram e contribuiram para que esse objetivo fosse alcançado. Percorremos 7 dos 9 estados nordestinos, alertando a população para os perigos do PNDH-3 e coletando assinaturas contra esse iníquo programa.
Hoje quero mostrar o que aconteceu na última sexta-feira:
Estávamos, como de costume, iniciando a campanha, os jovens formados em V, ou em “farpa”, como mostram muitos vídeos já publicados. Quando rezávamos a Ave-Maria para começar a coleta de assinaturas… o GGB (Grupo Gay da Bahia) posicionou-se em frente dos jovens. Para quê? Talvez para arranjar algum pretexto, para provocar algum “caso” que lhes fosse favorável…
Que engano! Os jovens responderam com altaneria e firmeza, mas sem qualquer tipo de provocação ou agressão. Resultado? O GGB foi embora, e os jovens continuaram a coleta de assinaturas, com mais entusiasmo ainda!
O que esse fato nos ensina? A meu ver, duas coisas:
1 – A força dos maus está na fraqueza e na imprudência dos bons. Quando os bons agem com altaneria, firmeza e prudência, os maus fogem, pois ficam sem força e sem pretextos.
2 – O movimento homossexual é inexpressivo no Brasil. O que lhe dá expressão é a guarida da mídia (depois se quiserem conto o papelão que fez o jornal de Salvador) e polpudas verbas nacionais e internacionais.
Veja o vídeo abaixo e dê sua opinião.
Novamente, muito obrigado.
Atenciosamente
Daniel Martins – Coordenador da Caravana




Fonte :ipco.org.br

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

O sublime afeto, isento de sentimentalismo, que Maria Santíssima manifestou a seu Divino Filho

Para esta edição de Natal, escolhemos dentre diversas conferências do Prof. Plinio Corrêa de Oliveira uma muito especial, proferida em 23-12-1988. Nela o orador desenvolve a temática natalina sob um aspecto pouco abordado: as manifestações de admiração e afeto da Santíssima Virgem, contemplando o Menino Jesus na pobre gruta de Belém, ao mesmo tempo que procurava vislumbrar como seria a vida de seu Divino Filho e a História da Humanidade em função d'Ele. Explicita ainda as características que deve ter um sincero pedido de perdão, como também as preces e os agradecimentos a serem apresentados pelos católicos junto ao Presépio na abençoada noite de Natal.
O texto foi extraído de gravação em fita magnética, sem revisão do autor. Apenas fizemos pequenas adaptações, transpondo a linguagem falada para a escrita e acrescentando os entretítulos.
A Direção de Catolicismo

Para continuar acesse:http://www.fundadores.org.br/principal.asp?IdTexto=1279&pag=1&categ=14

domingo, 23 de janeiro de 2011

Um contingente de 10 jovens da Caravana Terra de Santa Cruz viajaram de Recife ao Rio de Janeiro para levar consolo espiritual às vítimas das enchentes

Para mais acesse :www.ipco.org.br

Sensibilizados com tanta desgraça causada pelas chuvas, alguns dos
jovens que estavam fazendo campanha no Nordeste contra o PNDH-3, com a
Caravana Terra de Santa Cruz, resolveram fazer uma modificação no
planejamento de viagem.
10 voluntários saíram com uma Van do Recife, na sexta-feira (21), e chegaram hoje (23) à Região Serrana do Rio de Janeiro.

Amanhã, voluntários de São Paulo, do Instituto Plinio Corrêa de
Oliveira, se juntarão à Caravana e começarão a percorrer a zona das
enchentes procurando tomar contato com as vítimas da tragédia e levar a
elas conforto espiritual.
Com autorização das autoridades, eles distribuirão aos flagelados
orações ao Sagrado Coração de Jesus e Medalhas de Nossa Senhora, bem
como outros materiais religiosos. O objetivo é ajudá-los a encontrar
esperança e consolo para reconstruírem suas vidas nesta prova tão
difícil.
Todo o material utilizado foi gentilmente doado pelas Associações Devotos de Fátima e Apostolado do Sagrado Coração de Jesus, que rapidamente atenderam à solicitação do Instituto doando o material religioso que será distribuído.
Esperamos que a estada destes jovens no Rio de Janeiro seja de grande ajuda a estas pessoas que perderam quase tudo, menos a Fé.

No Nordeste, parte da Caravana Terra de Santa Cruz segue caminho