quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Padre balonista lidera prêmio de mortes estúpidas

Por Redação Yahoo! Brasil

O padre Adelir Antônio de Carli ganhou o prêmio "Darwin Awards" como a morte mais estúpida de 2008. Ele morreu em abril daquele ano, ao tentar fazer uma viagem de quase 200 quilômetros suspenso por balões de gás hélio. Foi premiado só agora porque os americanos criadores da "homenagem" não haviam tido conhecimento de sua história antes da premiação de 2008. Ironicamente, dá para dizer, portanto, que é um prêmio "In Memorian."

O "Darwin Awards" é uma sátira, um reconhecimento aos que, segundo seus criadores, ajudam a evolução da espécie ao fazerem coisas realmente estúpidas - e que, obviamente, não podem ser imitadas por outro mortal. O nome do prêmio é uma referência a Charles Darwin, autor da teoria da evolução.

Os autores do site se referem à empreitada frustrada do brasileiro como uma "visita do padre ao chefe". O pároco desapareceu enquanto tentava ir de Paranaguá a Ponta Grossa. A distância entre as duas cidades paranaenses é de 180km. O corpo dele foi encontrado dois meses depois em Maricá (RJ), a mais de 900km do local de partida. Seu último contato foi por um celular via satélite. Ele queria saber como operar o aparelho de GPS.

A morte do padre foi considerada mais estúpida que a do italiano Ivece Plattner, que foi atropelado por um trem enquanto tentava salvar seu Porsche.

Em 2009, o prêmio foi para dois ladrões belgas, que morreram ao subestimar o poder dos explosivos que arrumaram para abrir o cofre de um banco. Na explosão, todo o prédio desabou e eles morreram soterrados. Chamou a atenção o carro que tinham para a fuga: um BMW. Aparentemente, nem eram pobres. Precisavam mesmo roubar um banco?

Em segundo lugar ficou um americano que estava "morrendo" de vontade de urinar após algumas cervejinhas. Preso no trânsito, desceu do carro para tirar aquela água do joelho. E caiu de uma altura de mais de 20 metros, já que estava sobre uma ponte.

A terceira morte mais estúpida foi a de uma americana que tentava salvar sua mobilete de uma enchente. Ela já havia sido resgatada por um policial, mas voltou para a água na tentativa de resgatar a motinha que tanto gostava. Morreu afogada.

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